Todo publisher precisa gerar receita, e a primeira opção é buscar o modelo que já funcionava há séculos na mídia impressa, adaptada, é claro, ao universo online – a publicidade. Para isso, é preciso encontrar anunciantes dispostos a exibir seus anúncios no seu site. Mas como fazer para preencher tudo e vender todo o inventário? Para atender a essa necessidade foi que surgiram as redes de anúncios. 

Você já está inscrito em uma rede de anúncios? Só uma ou mais de uma? Já parou para analisar se você realmente está tirando o melhor proveito das redes de anúncios? A gente sabe que existem muitas opções – e muitos termos técnicos por aí que não ajudam muito na hora de tomar decisões ou avaliá-las… Escolher uma rede para o seu site pode mesmo parecer uma tarefa difícil demais, mas nós podemos te ajudar. 

rede de anúncio

Escolhendo a rede de anúncios certa

“No meio de centenas de redes de anúncios, como ter certeza que eu escolhi a melhor?”. Essa pode ser a pergunta que você está se fazendo. O ponto de partida para conseguir essa resposta é identificar os diferenciais de cada uma e entender o que elas têm a oferecer. A cada ponto analisado, essa seleção vai se afunilando um pouco mais. No final, você estará com uma lista mais sucinta das redes mais interessantes para o seu negócio.

Neste artigo separamos alguns pontos a serem considerados antes de decidir que rede de anunciantes usar. Este é um checklist básico para te ajudar a encontrar uma rede de anúncios adequada e lucrativa para o seu site. Vamos começar: 

1 – Tamanho importa

Uma rede de anúncio com 10 mil anunciantes vai ter um desempenho melhor do que uma com mil. Isso porque um inventário maior significa que a rede tem mais opções para encontrar um anúncio que tenha a ver com o conteúdo do seu site. Quanto melhor a segmentação contextual, maior o envolvimento do seu usuário com esse anúncio – e maiores serão as taxas de cliques (CTR). Um pool maior de anunciantes também significa que um número maior de áreas geográficas está representado, o que diminui as chances de seu inventário não ser vendido. E, claro, mais anunciantes significam mais lances – aumentando a sua receita

2 – Mas não é só o tamanho que importa…

Também é preciso levar em conta a qualidade dos anúncios desta rede. Afinal, seu usuário entende que os anúncios que você veicula são endossados por você e pela sua empresa. Vale a pena ter bons ganhos a curto prazo e queimar a imagem da sua marca por causa de um anúncio? Se aparece no seu site um anúncio que vai contra tudo o que seu público alvo acredita, a confiança que seu usuário tem por você vai pelo ralo. Avalie a qualidade dos anúncios da rede antes de fechar contrato, afinal, você não quer veicular publicidade ruim. Mesmo porque os usuários têm menos probabilidade de clicar em um anúncio de baixa qualidade, o que leva a CTR mais baixos e receitas menores. 

3 – Saiba o que você procura

Se você tem um foco específico e seus visitantes têm o mesmo interesse, seus anúncios precisam estar relacionados com esse nicho se você quiser que eles sejam realmente relevantes para seu público – e existem redes especializadas nisso. Outras funcionam melhor para quem tem um inventário extenso e genérico. Leve isso em conta na hora de fazer a sua escolha

4-  Formatos variados 

Os formatos podem ter um grande impacto no desempenho do anúncio. O que funciona para um site pode ser um fracasso em outro. Existem vários formatos possíveis para a exibição de anúncios: anúncios básicos IAB, footers, headers, intersticiais, pop-ups e pop-unders, caixa de pesquisa, texto, vídeo… uma infinidade! Se você não tem certeza de qual deles deve usar, procure uma rede que te ofereça várias opções, assim você pode testar diferentes tipos de exibição de anúncio por um tempo até entender o que funciona melhor na sua página. Mas vai com calma… Usar um vídeo junto com banners e anúncios em texto, tudo ao mesmo tempo, pode ser um pouco demais… e isso vai acabar prejudicando a experiência do usuário do seu site. 

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5 – Pagamento

Tem anúncio que paga com base no CPC (custo por clique), outros no CPM (custo por mil), no CPV (custo por visualização), no CPA (custo por ação) e tem ainda os de custo fixo. Vamos entender melhor o que cada um desses termos quer dizer:

  • Em um modelo de custo por clique (CPC), você recebe uma certa quantia de dinheiro sempre que um bloco de anúncios é clicado. A vantagem é que o CPC tem o potencial de transformar pequenos níveis de tráfego em receita. A desvantagem é que a receita pode ser inconsistente, pois depende da escolha e do interesse do usuário em clicar. O local do posicionamento do anúncio, o nicho e o apelo visual são alguns dos fatores que podem melhorar a eficácia dos anúncios de CPC. O AdSense é um exemplo de rede que funciona assim
  • Em um modelo de custo por mil (CPM), você recebe uma quantia fixa de dinheiro para cada 1 mil impressões dos anúncios. Como nesse caso o alto número de visitantes equivale a mais receita, essa é uma ótima opção para sites com alto volume de tráfego. O Google Ad Exchange é um exemplo de rede baseada em cpm. 
  • No modelo de custo por visualização (CPV), você recebe uma certa quantia de dinheiro sempre que o vídeo de um anunciante é visualizado.
  • Em um modelo de custo por ação (CPA), você recebe uma certa quantia de dinheiro cada vez que um usuário conclui uma ação especificada, como instalar um software ou preencher um formulário.
  • Em um modelo de custo fixo, você vende seu inventário de anúncios por uma quantia fixa de dinheiro por um tempo específico, independente do desempenho dos anúncios.

A vantagem de se inscrever em uma rede de anunciantes que oferece mais de um modelo de remuneração é que você não precisa mudar sempre que quiser experimentar um novo – e, mais uma vez, o melhor jeito de saber o que rende mais para o seu caso é testando. E como a gente está falando de dinheiro, tente entrar em contato com outros publishers que já usam essa rede e pergunte sobre a experiência deles: veja se a receita flutua demais, se eles atrasam o repasse do pagamento, se consegue vender o inventário completo, quanto mais ou menos é possível faturar…

6- Confiabilidade e credibilidade

E por falar em pesquisa, mais dois pontos importantes para você pensar: lembre-se que você não ganha 100% do dinheiro – as redes de anúncios recebem uma comissão significativa de seus ganhos e têm controle sobre seu inventário pago – e isso deve ser levado em conta na hora de fazer sua escolha. Você não vai querer se associar a uma empresa sem credibilidade, não é? Levante o histórico dela, pesquise há quanto tempo está no mercado… quanto mais você pesquisar antes, menos problemas vai ter depois. 

7 – Controle 

Você só quer anúncios que possam gerar receita e atrair visitantes, então é preciso considerar quanto controle a rede te dá sobre os anúncios que serão veiculados em seu site. Você vai poder desativar anúncios indesejáveis,como jogos de azar, conteúdo adulto ou mesmo anúncios de seus concorrentes? 

8 – Infraestrutura para impulsionar seus negócios 

Uma boa rede de publicidade deve fornecer uma ótima experiência de interface ao usuário. Precisa ser rica em recursos, mas ao mesmo tempo ser fácil de configurar e de executar (é por isso que o AdSense, por exemplo, faz tanto sucesso). Avalie se o sistema de gerenciamento dos anúncios e as ferramentas de relatórios são fáceis de usar, se o sistema de pagamento está totalmente integrado à interface do editor, se as métricas são precisas e mostram as atualizações em tempo real… E quando falamos de tecnologia, vale a pena experimentar o que há de novo, como é o caso da compra programática e dos leilões com lances em tempo real, que mexeram com o sistema de compra e venda de anúncios online – e estão ajudando muitos publishers a ganharem mais dinheiro.

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